Planeta 39 vezes maior que a Terra é visto orbitando

Vista da lua de Júpiter: segundo cientistas, essa seria uma oportunidade para entender melhor o interior de gigantes gasosos como Júpiter (NASA/JPL-Caltech/SETI Institute/ Handout/Reuters Business)

Um planeta rochoso 39 vezes maior que a Terra foi visto orbitando uma estrela distante a uma velocidade vertiginosa, com astrônomos concluindo que pode ser o núcleo sobrevivente de um planeta antes maior que Júpiter.

Pesquisadores disseram nesta quarta-feira que é o maior planeta rochoso já descoberto e seria o primeiro núcleo planetário já encontrado, oferecendo uma oportunidade única para entender melhor o interior de gigantes gasosos como Júpiter, o maior planeta do nosso sistema solar.

O planeta, chamado TOI-849b, orbita uma estrela um pouco menor e mais fria que o sol, a 730 anos-luz da Terra. Um ano-luz é a distância que a luz percorre em um ano, 9,5 trilhões de quilômetros.

Gigantes gasosos são compostos de um núcleo sólido cercado por uma vasta atmosfera, principalmente de hidrogênio e hélio.

“O planeta poderia ter sido um gigante gasoso como Júpiter, que então perdeu seu envelope externo por alguma evolução violenta. Isso pode ter ocorrido porque colidiu com outro planeta no fim de sua formação ou se aproximou muito de sua estrela anfitriã e saiu de sua atmosfera”, disse o astrônomo David Armstrong, da Universidade de Warwick, na Inglaterra, principal autor da pesquisa publicada na revista Nature.

Super Interessante, com Reuters

CORONAVÍRUS: 91% dos infectados apresentam sintomas; pesquisa do Ministério da Saúde mostra os mais frequentes


Foto: Daily Express

Uma pesquisa do Ministério da Saúde em parceria com a UFPel (Universidade Federal de Pelotas) apontou que 91% dos infectados pelo novo coronavírus no país apresentam algum sintoma da doença. Apenas 9% são assintomáticos. Os resultados foram divulgados hoje pela Pasta em coletiva no Planalto.

“Não queremos dizer que 91% das pessoas com covid vão precisar de atendimento hospitalar, mas que os sintomas aparecem, e isso é uma boa notícia para detectar esses pacientes e impedir o avanço da doença”, disse Pedro Hallal, professor da UFPel.

Segundo o estudo, um dos principais sintomas é a alteração de olfato e paladar. “Das 2.000 pessoas que testaram positivo na nossa pesquisa, mais de 60% delas tiveram um sintoma que é a alteração de olfato e paladar, e isso nos chamou muita atenção”, disse.

Os sintomas mais frequentes foram:

– alteração no olfato/paladar (62,9%);

– dor de cabeça (62,2%);

– febre (56,2%);

– tosse (53,1%) e

– dor no corpo (52,3%).

Também houve relatos de:

– dor de garganta (35,1%);

– diarreia (29,3%);

– dificuldade para respirar (26,9%);

– tremedeira no corpo (26,2%);

– palpitação (23,1%) e

– vômitos (10,3%).

“É preciso parar de dizer que a maioria dos casos são assintomáticos. Já se chegou a dizer que 86% dos infectados não apresentavam sintomas”, acrescentou Hallal.

Segundo a pesquisa, existem mais pacientes com sintomas leves do que assintomáticos entre os portadores do coronavírus. Os resultados também indicaram que a taxa de letalidade da covid-19 está em 1,15%, ou seja, com cerca de um óbito a cada cem pessoas infectadas.

Os dados mostraram ainda que crianças são infectadas tanto quanto adultos, mas com “casos mais leves”, segundo o professor. E que os mais pobres registram proporcionalmente mais infecções.

Segundo o boletim mais recente, divulgado hoje pelo Ministério da Saúde, o Brasil encostou na marca de 1,5 milhão de casos de covid-19. Os 48.105 novos diagnósticos configuraram o segundo dia com maior número de notificações da doença no país. Agora, o total de infectados está em 1.496.858. A Pasta também confirmou mais 1.252 novos óbitos, elevando o acumulado a 61.884 vítimas fatais da doença.

Metodologia O estudo foi realizado em três etapas, com apoio do Ibope Inteligência, que foi a campo para realizar a coleta de dados com testes rápidos (IgM e/ou IgG) em 133 cidades chamadas “sentinelas”, que são os maiores municípios das divisões demográficas do país seguindo critérios do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

“A possibilidade de falsos positivos são praticamente nulas, mas em torno de 15% das pessoas infectadas ele pode não conseguir detectar”, afirmou Hallal. Os participantes foram escolhidos de maneira aleatória por sorteio. Foram testadas 89.397 pessoas nas três fases da pesquisa. A primeira ocorreu entre 14 e 21 de maio. A segunda foi entre 4 e 7 de junho. E a última, entre 21 e 24 de junho.

UOL

Saúde, desemprego e educaçao foram temas debatidos entre líderes parlamentares

No horário destinado aos líderes de blocos partidários, na sessão remota desta quinta-feira (2), na Assembleia Legislativa, o deputado Ubaldo Fernandes (PL) parabenizou os militares do Corpo de Bombeiros do Rio Grande do Norte. Ele lembrou que em 2 de julho é comemorado o Dia do Bombeiro Brasileiro. Ao mesmo tempo em que parabenizou, o deputado cobrou do Governo do Estado a nomeação dos aprovados no último concurso público.

“O Estado precisa fazer essa convocação”, alertou Ubaldo, que seguiu seu pronunciamento anunciando para o dia 6, próxima segunda-feira, a realização, por videoconferência, da Jornada em Defesa da Vida dos Idosos, promovida pela Frente Parlamentar do Idoso, a qual ele preside na Assembleia, em parceria com o Conselho Municipal do Idoso, de Natal, quando será lançada a Rede de Proteção ao Idoso.

O deputado Hermano Morais (PSB) debateu sobre os números atualizados do Caged, o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, e ressaltou a queda nos números de empregabilidade no Rio Grande do Norte. “A exemplo do País, o Rio Grande do Norte também sofreu perdas em postos formais de emprego”, afirmou o parlamentar. “Se a situação estava difícil, agora está pior”, disse Hermano, lembrando que empresas estão fechando e o auxílio prometido pelo Governo Federal para salvá-las, é liberado com muita lentidão. “Segundo os dados de maio, o Rio Grande do Norte perdeu mais de 3 mil postos formais de trabalho”, relatou o deputado.

Ainda no horário de lideranças, o deputado Getúlio Rêgo (DEM) fez críticas à saúde pública estadual. O parlamentar relatou o caso de uma paciente acometida de obstrução arterial, que não teve o atendimento que precisava no Hospital Ruy Pereira, que tem dedicado o atendimento ao coronavírus. O deputado narrou o sofrimento da paciente que foi atendida no dia 17 de junho e recomendada a permanecer em casa. “Não podemos abandonar as pessoas que estão acometidas de outras doenças”, disse Getúlio, apelando para o Estado não fechar o Ruy Pereira como anunciado antes da pandemia.

Durante o horário de lideranças o presidente da Assembleia Legislativa, Ezequiel Ferreira, lamentou a morte, informada no momento, do ex-deputado federal Wanderley Mariz, e se solidarizou com seus familiares. O deputado Dr. Bernardo também lamentou a morte do ex-parlamentar e reforçou o discurso de críticas à Saúde. Dr. Bernardo reafirmou que em virtude da Covid-19, o Governo não pode deixar pacientes de outras patologias sem atendimento. “Se criou na melhor das intenções um sistema de regulação para evitar que se passe na frente na fila do atendimento, mas às vezes o sistema é deturpado e pacientes estão morrendo”, disse o deputado.

O deputado citou o caso de uma paciente que apontou como vítima da regulação ‘deturpada’, tendo que passar por vários municípios em busca de atendimento. Segundo o deputado, a paciente também não estava com Covid-19 e sofria com outra patologia. “A regulação é necessária para agilizar e não para travar o sistema”, concluiu Dr. Bernardo.

Último líder a se pronunciar, o deputado Francisco do PT se solidarizou com familiares do médico pediatra Paulo Matos, falecido nesta quarta-feira (01), vítima de Covid-19. “É preciso que se refaça a tese definitiva que não se trata de uma gripezinha”, disse o deputado, ressaltando a gravidade da doença provocada pelo coronavírus. “É bom que até 2018 o Estado do Rio Grande do Norte sequer investia o mínimo constitucional de 12% na Saúde”, lembrou o deputado.

O deputado Francisco do PT ainda falou sobre Educação, e cobrou da bancada federal, o debate sobre a renovação do Fundeb. Sem a renovação do Fundeb, segundo Francisco do PT, municípios sofrerão prejuízos em relação aos repasses do setor. O deputado fez um balanço e registrou que em 37 municípios o prejuízo será de 70%; 29 municípios perderão entre 65% e 70%; 126 municípios deixarão de receber entre 40% e 65% e 10% perderão abaixo de 39%. Segundo Francisco do PT, somente Guamaré e Parazinho, que têm recursos de petróleo e eólicas, respectivamente, não sofrerão com a não renovação do Fundeb.

Eudiane Macedo alerta para cuidados necessários durante reabertura da economia

A deputada Eudiane Macedo (Republicanos), na Sessão Ordinária desta quarta-feira (1), realizada por videoconferência, discursou a respeito do plano de reabertura gradual da Economia no Rio Grande do Norte. “Eu quero lembrar a todos que a reabertura não significa que seja um convite para sairmos de casa. Pelo contrário. Todos sabemos que a maior arma de prevenção e combate à COVID-19 é o isolamento social, até que chegue o grande dia, que será a descoberta da vacina. Mas enquanto isso é preciso que, quem puder, fique em casa”, alertou.

A parlamentar falou também da dificuldade que sente por não poder ter contato com as pessoas. “Claro que não voltaremos ainda à normalidade. As coisas vão reabrir, mas ainda teremos que manter as medidas de higienização. É claro que isso incomoda, porque não era do nosso cotidiano usar máscaras ou estar o tempo todo com álcool em gel no bolso. Mas é necessário. Na verdade, o que mais me incomoda é não poder apertar as mãos, não poder abraçar as pessoas. Eu sofro muito com isso, porque sou muito calorosa. Quem me conhece, sabe. Então isso tudo me afeta muito, mas é algo que eu sei que deve ser evitado”, explicou.

Eudiane lembrou que é preciso ter cuidado na reabertura da Economia, para evitar aumento nos contágios e, consequentemente, um retrocesso no combate à pandemia. “Tanto os clientes quanto os funcionários de lojas devem se atentar para as medidas protocolares de higienização e distanciamento. Nós sabemos que muitos dependem desses trabalhos que estão retornando, mas é crucial que as pessoas tomem todas as medidas necessárias que o governo está colocando. E eu quero enfatizar que a responsabilidade não é só dos nossos governantes. É de cada um de nós”, argumentou a deputada.

A parlamentar também cobrou a realização de testes na população. “Muitas pessoas estão transmitindo sem saber. É importante que os testes sejam feitos em todos os estados, porque precisamos ter essa certeza a fim de iniciar o tratamento para evitar que se chegue na fase final, de intubar”, alertou Cristiane Dantas.

Jornada em Defesa da Vida de Pessoas Idosas é promovida pela Frente Parlamentar da ALRN

Foto: Divulgação

Será realizada na próxima segunda-feira (06) a “Jornada em Defesa da Vida de Pessoas Idosas”, promovida pela Frente Parlamentar em Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte (ALRN), que tem à frente o deputado Ubaldo Fernandes (presidente) e o presidente do Conselho Municipal das Pessoas Idosas do Natal, André Arruda (vice-presidente). “A ideia deste encontro é debater novas ações para proteger nossos idosos e rever o que tem sido feito para a promoção da saúde e do bem-estar dessa população tão importante em nosso Estado “, explica Ubaldo Fernandes.

A Jornada ocorrerá das 9h às 12h, por videoconferência, e será transmitida ao vivo pela TV Assembleia, pelos canais 51.3 (TV aberta) ou 18.1 (em várias regiões do RN), pelo YouTube e pelo site da ALRN (www.al.rn.leg.br). Os interessados ainda podem participar, enviando perguntas pelo WhatsApp (84) 98848-8516. Na oportunidade, será lançada a “Rede de Proteção e Valorização à Pessoa Idosa do Rio Grande do Norte”, com objetivo de garantir o direito da pessoa idosa a viver em paz e com dignidade. “Esta Rede trabalhará, de forma integrada, para fortalecer os serviços já existentes e apoiar novas iniciativas que assegurem a dignidade e a visibilidade das pessoas idosas do Estado”, ressalta o parlamentar.

Participarão como convidados desta Jornada Maria Socorro de Morais, primeira Secretária Nacional de Promoção e Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa; Suely Magna Nobre Felipe, promotora do Ministério Público do Rio Grande do Norte (MP/RN); Terezinha Peixoto Cabral, representante da Associação do MP/RN; Deborah Cartagenes, presidente da Comissão Nacional dos Direitos da Pessoa Idosa do Conselho Federal da OAB; Crismedio da Costa Neto, gerontólogo e ativista do Intercâmbio 60+; senador Paulo Paim (PT/RS); deputada federal Tereza Nelma (PSDB/AL); e deputado federal Roberto de Lucena (PV/SP).

Advogada vítima de fake news bota a boca no trombone


Advogada Brenda Martins ,denuncia divulgação de uma notícia falsa a seu respeito na web: ‘Amargo a sensação de impotência’
Por causa da ação criminosa, advogada de Natal relata que recebe milhares de mensagens desabonadoras em suas contas nas redes sociais. Brenda, usou as redes sociais para denunciar a divulgação de uma matéria falsa onde dizia que ela havia sido presa no dia 29 de Junho do corrente ano pela polícia civil e estava à disposição da justiça. Tudo isso vinculando a matéria ao Partido dos Trabalhadores, partido este que Brenda lançou sua pré candidatura para o cargo de vereadora na cidade de Natal-RN.

De acordo com Brenda Martins , a matéria falsa foi feita a partir de fotos dela do Instagram, fotos do pré lançamento de sua candidatura.

“É uma situação que entristece, que machuca e que me faz refletir diariamente sobre a maldade humana.

Mais uma vez estão circulando na internet materias falsas sobre a advogada. EM JANEIRO DE 2018 ELA FOI PRESA, INJUSTAMENTE, NUMA OPERACAO DA POLICIA CIVIL, CUJO PROCESSO AINDA NÃO FOI FINALIZADO PQ É MUITO COMPLEXO E ENVOLVE UMA EMPRESA DE GRANDE PORTE QUE FOI ALVO DE DENUNCIA DA ADVOGADA NA POLICIA FEDERAL, POR LAVAGEM DE DINHEIRO. HÁ MUITOS ENVOLVIDOS E O PROCESSO NAO FOI FINALIZADO NEM A ADVOGADA BRENDA MARTINS FOI CONDENADA. ELA AGUARDA A FINALIZAÇÃO DO PROCESSO PARA ESCLARECER PUBLICAMENTE E PROVAR SUA INOCÊNCIA E QUE FOI ALVO DE UMA INJUSTIÇA, MAS SO PODERÁ FAZE-LO APOS O ENCERRAMENTO DE TODO O PROCESSO.

“O responsável pela montagem da Fake News, pegou a matéria de 2018, mudou as datas e associou a foto de campanha com a logomarca do PT”disse a advogada.

Segundo Brenda , que destaca que a atitude é criminosa, . Se coloque em meu lugar, e se imagine sendo vítima dessa conduta criminosa. Se imagine querendo dizer ao mundo que ali não é você, querendo se justificar, desvincular sua imagem de crimes que você não cometeu sem conseguir. A propagação de conteúdo pela internet é veloz e feroz”, escreveu em seu perfil nas redes sociais.

“Só resta engolir a amarga sensação de impotência e suportar a angústia de uma indigestão irremediável, enquanto assiste seu nome e imagem serem usados indevidamente”.

Em vídeo nas redes sociais, ela destaca que “tudo é mentira , que ela não está presa “.
A advogada falou ainda que se sentiu devastada com a situação.Ela relata ter recebido milhares de mensagens desabonadora por causa da situação.

“Sou mulher, mãe, advogada e não está sendo fácil ser vítima de atos tão repugnantes, dói. Mas ainda assim, escolheria mil vezes sentir essa dor, do que ser a causadora dela”

PREOCUPANTE: Maioria dos diretores afirma que professores não estão preparados para volta às aulas

A maioria dos diretores de escolas brasileiras avalia que os professores não estão preparados para a volta às aulas presenciais, que foram interrompidas pela pandemia do novo coronavírus.

Para 57,6% dos diretores de escolas públicas e particulares, as equipes não estão prontas para retomar as atividades presenciais por causa da infraestrutura das unidades, da defasagem de aprendizado pelo ensino remoto, da adaptação às novas regras de isolamento e dos impactos emocionais da quarentena.

Os dados são de pesquisa feita pela Nova Escola com 9.500 professores —367 deles gestores escolares — da educação básica (da educação infantil ao ensino médio) de todos os estados brasileiros.

Ainda com avanço de casos de coronavírus no país, os estados estudam a retomada das aulas presenciais. Nenhum deles estabeleceu um prazo fixo, mas professores e pais dizem não sentir segurança para a volta. Pesquisa do instituto Datafolha mostrou que 76% da população acha que as escolas devem continuar fechadas nos próximos dois meses.

“Quem está no dia a dia com os alunos está enfrentando uma série de desafios com o ensino remoto e sabe que eles não irão desaparecer com a volta às aulas. Na verdade, terão ainda outras questões resultantes da pandemia para lidar”, disse Ana Lígia Scachetti, gerente de conteúdo da Nova Escola.

Segundo a pesquisa, 30% dos professores consideram que o ensino remoto está sendo péssimo ou ruim e 33%, razoável. Além disso, 44,9% deles dizem que poucos alunos estão acompanhando as atividades a distância.

Os dados ainda mostram a diferença entre as redes e etapas de ensino. Enquanto na rede privada 59% dos docentes dizem registrar a participação da maioria de seus alunos nas aulas remotas, na rede pública o número cai para 32%.

Nos anos iniciais do fundamental (do 1º ao 5º ano), 47% dos professores dizem que a maioria acompanha as aulas. Nos anos finais (do 6º ao 9º ano) e no ensino médio, o índice cai para 38%. A menor participação é na educação infantil, de 28%.

“O dado da participação confirma o principal temor dos professores, que é a defasagem dos alunos. Como a maioria não conseguiu participar das aulas remotas nesses três meses, eles terão que lidar com turmas muito heterogêneas”, diz Scachetti.

A pesquisa mostra que os professores se sentem pouco preparados para lidar com os traumas que os alunos podem ter vivido durante a pandemia, como a morte de familiares, o desemprego dos pais e violência doméstica. Os desafios também são vividos pelos docentes.

Os dados mostram que 28% dos professores avaliam que sua saúde mental está péssima ou ruim durante a pandemia. Uma pesquisa feita pelo Instituto Península também mostrou que 55,2% dos docentes gostariam de receber apoio psicológico para auxiliar os alunos.

“As crianças estão vivendo um momento muito difícil e não vamos poder acolhê-las da forma como sabemos fazer, abraçando, ficando próximo dos alunos. A escola vai ser diferente e tenho medo de que se torne um ambiente opressor com todas as novas regras que teremos de ter”, conta Alda Lúcia Carvalho, 49, professora de educação infantil em Rio das Pedras, no interior de São Paulo.

Ela diz que tema precisar ficar todo o tempo chamando a atenção das crianças para que não tirem as máscaras, lavem as mãos ou não encostem nos colegas. Por isso, também diz não sentir segurança no retorno das aulas. “Tenho medo que elas não se sintam bem, que fiquem estressadas”.

Para Angela Di Paolo, doutora em psicologia escolar e professora do Instituto Singularidades, o retorno às aulas presenciais terá de contar com estratégias para que os professores se sintam seguros física e psicologicamente para que possam acolher os estudantes. Por isso, ela defende que a decisão de reabertura não deve ser imposta por governadores ou prefeitos.

Em alguns estados, como em São Paulo, Ceará, Rio de Janeiro e Bahia, sindicatos de docentes já anunciaram que poderão fazer greve caso tenham que retornar às escolas sem que se sintam seguros com os protocolos de saúde. Eles também cobram ações do Ministério da Educação para apoiar financeiramente estado e municípios a preparar as unidades para a volta dos alunos.

FOLHAPRESS

Rosa Weber nega liminar a jovem acusado de furtar dois shampoos de R$ 10

A ministra Rosa Weber, do STF (Supremo Tribunal Federal), negou liminar a um jovem que furtou dois shampoos, de R$ 10 cada um, para que cumprisse penas alternativas. Ele já tinha sido flagrado em outros furtos.

O caso tramita também no STJ (Superior Tribunal de Justiça), que deve apreciar seu mérito.

O jovem é representado pelo advogado Luis Felipe Eiras e pelo o estudante de direito Gustavo Neto Altman.

MÔNICA BERGAMO

Portugal permitirá ‘viagens essenciais’ do Brasil, e exigirá teste da Covid-19

Às vésperas da reabertura das fronteiras externas da União Europeia, Portugal anunciou nesta terça-feira que vai aderir à lista de apenas 14 países cujos residentes serão autorizados a viajar para o território do bloco, mas abrirá exceção para “viagens essenciais” de pessoas provenientes dos países de língua portuguesa, como o Brasil, e dos Estados Unidos, onde há uma grande comunidade de origem portuguesa. No caso destes últimos viajantes, é necessário que eles façam, no máximo 72 horas antes da partida, um exame para a Covid-19 e que o resultado dê negativo.

Segundo o texto, no caso dos países de língua portuguesa e dos EUA serão consideradas viagens essenciais aquelas de cidadãos da União Europeia, de países do Espaço Schengen de livre circulação ou de terceiros países desde que o motivo do ingresso em Portugal seja trabalho, estudo, reunião familiar ou razões de saúde ou humanitárias. O despacho, publicado no Diário da República, foi elaborado pelos ministérios de Estado e de Negócios Estrangeiros, da Defesa Nacional, da Administração Interna, da Saúde e pela Secretaria de Estado Adjunto e das Comunicações.

A medida do governo português ressalta ainda que só serão admitidos voos provenientes de e para São Paulo e Rio de Janeiro. O comunicado também explica que os Estados Unidos foram parte da exceção por causa da presença de “importantes comunidades portuguesas”.

Pelo despacho do governo português, as fronteiras do país ficarão abertas para as demais nações da União Europeia, do Espaço Schengen e do Reino Unido. Cinco países que estão na lista europeia por terem uma avaliação epidemiológica positiva no combate ao novo coronavírus terão que respeitar o princípio da reciprocidade para viagens de seus residentes para Portugal: Argélia, Canadá, Coreia do Sul, Marrocos e Tunísia. O mesmo se aplicará à China.

“Interditar o tráfego aéreo com destino e a partir de Portugal de todos os voos de e para países que não integram a União Europeia ou que não sejam países associados ao Espaço Schengen, excetuando-se, exclusivamente para viagens essenciais: a) Voos com origem em países de expressão oficial portuguesa; do Brasil, porém, serão admitidos apenas os voos provenientes de e para São Paulo e de e para o Rio de Janeiro; b) Voos com origem nos Estados Unidos da América, dada a presença de importantes comunidades portuguesas”, diz o texto.

A medida do governo passa a valer a partir da meia noite desta quarta-feira e ficará em vigor até o dia 15 de julho, quando será reavaliada.

O GLOBO

Assembleia Legislativa do RN prorroga suspensão de atividades presenciais até 31 de julho

Foto: Reprodução

A Mesa Diretora da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte decidiu prorrogar por mais 30 dias, o decreto que suspende todas as atividades presenciais, legislativas e administrativas do Poder Legislativo do Estado. A decisão transfere para 31 de julho de 2020 a retomada dos trabalhos presenciais na sede do Parlamento.

“As autoridades em saúde e sanitárias afirmam ainda não ser possível a retomada das atividades presenciais em ambientes fechados e considerando o número de casos de infecção pelo novo coronavírus no Rio Grande do Norte prorrogamos o decreto, estendendo o teletrabalho”, justifica o presidente da Casa, deputado Ezequiel Ferreira (PSDB).

Assim como o Tribunal de Justiça, o Tribunal de Contas do Estado, o Ministério Público, além da Defensoria e demais órgãos estaduais, a prorrogação do decreto é uma realidade.

A continuidade da suspensão das atividades presenciais na Assembleia Legislativa se dá com seguimento das atividades parlamentares e administrativas da Casa de maneira remota, com sessões ordinárias, reuniões de lideranças e Comissões Temáticas.

De acordo com o decreto de prorrogação, a Mesa Diretora da Assembleia segue avaliando as recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS) e das demais autoridades sanitárias e de saúde. O decreto citado será publicado na edição desta quarta-feira (01.07) no Diário Oficial Eletrônico.

Por que é tão difícil falar sobre saúde no sexo entre mulheres?

Lívia Campolina faz uma análise com diversos depoimentos sobre a sexualidade lésbica e bissexual

“Estávamos falando sobre adoção. Minha professora, médica ginecologista e obstetra, me perguntou se eu não queria engravidar. Eu disse que seria complicado. Não poderia engravidar naturalmente. Ela prontamente perguntou: ‘Como não? Você não sabe se tem problemas para engravidar’.

‘Não, naturalmente não posso ter filhos. Teria que fazer uma inseminação ou adotar.’ Enquanto ela insistia que eu poderia e eu rebatia que não, uma de minhas colegas se levantou e disse: ‘ela namora uma mulher, professora’. Foi então que ela parou de insistir e disse: ‘Nossa, que falha a minha, realmente não tinha pensado nessa possibilidade’.” – Clara Ramos, estudante de medicina.

“Até hoje eu não consegui uma/um ginecologista onde eu pudesse fazer um acompanhamento contínuo ginecológico que não diminuísse a minha sexualidade e a minha relação afetiva. Hoje sou casada com uma mulher e queremos ter filhos. Ter esse tipo de acompanhamento seria riquíssimo. Mas normalmente os profissionais de saúde dialogam ainda hoje de uma forma binária. Ao invés de perguntar coisa básicas, por exemplo: ‘qual foi a sua última relação?’,  eles dizem: ‘você tem parceiro?’” – Adriana Roque, psicóloga clínica.

“Eu tive que pedir para minha médica fazer o exame papanicolau. No meu caso, eu tenho histórico de câncer de colo de útero na família. Mas, por eu não fazer sexo com pênis, ela nunca me recomendou o exame.” – Nicolle Sartor, publicitária.

“Eu sou bissexual e até os 19 anos só me relacionei sexualmente com mulheres. Aos 18, um ginecologista disse que não podia me examinar porque eu era ‘virgem’. No ano seguinte, uma outra médica me perguntou com quantos anos tive minha primeira relação sexual. Eu disse que com mulheres foi com 16 e, com homens, 19. E ela colocou no meu prontuário: 19 anos.” – Larissa Darc, jornalista.

É comum ouvir esses depoimentos entre mulheres lésbicas e bissexuais. Ao procurar atendimento ginecológico, 40% delas prefere não revelar sua orientação sexual. Por quê? Ao revelarem, quase sempre há uma reação negativa, a consulta se torna mais curta e os médicos deixam de solicitar exames de rotina.

Dados do Dossiê Saúde de Mulheres Lésbicas, de 2006.

Segundo o mesmo dossiê, 89,7% das mulheres heterossexuais confirmam ter realizado exame Papanicolau nos últimos três anos. Entre as lésbicas e mulheres bissexuais, a cobertura cai para 66,7%. 

A lista continua. Em estudo da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, de 2012, apenas 2% das lésbicas disseram se prevenir contra Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs).

Existe um mito de que o sexo homossexual entre mulheres seja menos suscetível a essas infecções. Crença reforçada por médicos, sintomática da falta de pesquisa e de informação sobre o assunto. Em uma outra amostragem, com 150 mulheres que se relacionam com mulheres, 47,3% delas tinham algum tipo de IST. Essa foi uma pesquisa da Unesp. 

De onde vem a desinformação

A ginecologista Caroline Reis, que atua no Hospital e Maternidade Sofia Feldman, em Belo Horizonte, explica onde começam essas questões: “A saúde no sexo entre mulheres não é abordada no curso de medicina. Nossa formação é deficitária em matéria de sexualidade como um todo, e ainda mais se tratando de homossexualidade e transgeneridade”.

A médica se assumiu lésbica já na faculdade e conta que, mesmo sendo parte de sua trajetória pessoal, o assunto só veio à tona mesmo no ambulatório. “Durante a prática, quando a mulher lésbica aparece com suas demandas, a gente percebe o quanto a própria entrevista médica é muito heteronormativa”.

Esse foi um dos motivos que fez Larissa Darc decidir escrever o livro “Vem cá: vamos conversar sobre a saúde sexual de lésbicas e bissexuais”, em 2018. Por meio de entrevistas com médicas, a jornalista descobriu porque sua experiência sexual não foi considerada “válida” no consultório médico.

“Descobri que, quando a gente vai ser atendida, o fato de a gente transar só com vulvas vira um impedimento para o exame. Tem a questão da prevenção de ISTs  – para as quais não existem métodos de prevenção próprios. E tem a questão sobre a forma como a gente constrói o nosso repertório sexual.”

Para Larissa, pela falta de referências e de educação sexual, a nossa vida é permeada por achismos. E até mesmo por preconceitos. 

A psicóloga Adriana Roque, que atua com jovens no projeto Empodera Teen, confirma a dificuldade de abordar o assunto nas escolas.

“Há mais ou menos dois anos, dei uma palestra para professores e a dificuldade em acolher essas demandas ainda são latentes. Atividades efetivas são escassas. A leitura ainda é tão binária, reprodutiva e machista como quando eu tinha 14 anos e estava na escola.”

No Empodera Teen, a abordagem é diferente: abrem-se espaços para falar sobre a experiência e as dúvidas de cada adolescente. A proposta é informar sobre o corpo dela, sobre os desejos e atração que ela tem despertado. Sobre cuidado, não repressão.

“E o que acontece? Algumas meninas começam a entender que podem dizer não para o namorado, que elas não precisam transar para se sentirem amadas. E as meninas que se relacionam com meninas, que elas não precisam se sentir culpadas”.

Vogue.

Gordos podem fazer yoga? Mulheres combatem o preconceito e provam que sim

Professora de Yoga desde 2015, Vanessa Joda é referência no combate à gordofobia na prática de exercíciosImagem: Felipe Mariano e Jessica Chama

Mulher gorda e ativista do Movimento Corpo Livre, a maquiadora Bianca Barroca fez um post mostrando diversas posições feitas pelo seu corpo na Yoga. Até aí, nada fora do comum do que vemos todo dia no Instagram. A diferença é que Bianca é gorda e, nas imagens, ela se compara com uma mulher magra, comprovando que também pode fazer toda e qualquer posição, mesmo sendo julgada por muitos por ter um corpo pesado.

Historicamente, os iogues indianos mais famosos são todos muito magrinhos. Isso dá uma certa leveza para eles, principalmente para fazer posições invertidas. Porém, para o conhecimento da Yoga, a forma do corpo não tem nenhuma relação com a prática. A gordofobia, que tanto incomoda Bianca, assombra muitas outras mulheres que pensam em iniciar a prática. A maioria delas, por não estarem acostumadas a encontrar referências, se pergunta: gordos podem fazer Yoga?

“Por isso, a forma do corpo não impede em nada a prática. As capacidades do corpo podem ser treinadas e melhoradas, sendo assim, algumas pessoas serão naturalmente mais fortes, outras mais flexíveis, mas o importante é saber que quando nos estimulamos o corpo responde e melhora, isso independe da forma corporal. Tenho alunas gordas e magras, jovens e idosas que são mais flexíveis, coordenadas e fortes do que eu, ou seja, o movimento é para todos”, afirma a professora Ingrid Sayuri, criadora do projeto ‘Yogues’.

‘Quase desisti da Yoga por não encontrar referências gordas praticando’

Alcançando hoje as mais elaboradas posturas, nem sempre Bianca se sentiu capaz de praticar a Yoga. Ela relata que chegou a pensar em desistir quando passou a consumir conteúdos de exercícios nas redes sociais. “As fotos que apareciam para mim no Instagram eram de pessoas magras fazendo posturas que eu ainda não conseguia. E, por ver aquelas pessoas com um corpo tão diferente do meu, comecei a achar que jamais seria uma praticante de Yoga exemplar. Isso me desestimulou muito”, conta ela.

Bianca yoga - divulgação

Bianca sente o impacto da gordofobia mas acredita que auxílio de um professor que tenha empatia é possível para pessoas gordas praticarem yoga Imagem: divulgação

Bianca ainda se sente muito constrangida ao perceber, em um local público, que é observada por ser gorda quando está praticando exercícios físicos. Ela fala do trauma que a gordofobia pode causar e aconselha quem quer iniciar uma atividade: “A prática do exercício físico para uma pessoa gorda é muitas vezes traumatizante. Me sinto constrangida e desconfortável com todo mundo me olhando. Procuro encontrar um lugar que me sinto à vontade e recomendo isso. Para todo gordo que tem vontade de praticar algum exercício, ou até mesmo Yoga, eu tenho algo a dizer: entendo o medo que você se sente. É um medo por julgarem que não somos bons o suficiente. Mas quero que essas pessoas entendam que com o auxílio de um professor que tenha empatia com a sua vivência, é possível”.

A maquiadora comemora que suas fotos na Yoga tenham viralizado, já que foi justamente a falta de representatividade que quase a afastou da prática. “Vi pessoas marcando outras nos comentários e incentivando. Fiquei muito feliz. Além disso, descobri algumas hashtags que mostram pessoas com todos os corpos praticando a Yoga, como a #FatYoga. Comecei a ver corpos parecidos com o meu. Ter representatividade me estimula.”

‘Precisamos formar professores que olhem para corpos diferentes’

Professora de Yoga desde 2015, Vanessa Joda é referência no combate à gordofobia na prática de exercícios. Ela é criadora do projeto ‘Yoga para todos’ e incentiva não só mulheres gordas, mas também que a Yoga chegue em comunidades e que conquiste todas as classes. Vanessa conta que, mesmo sendo especialista na prática, também já sofreu preconceito por ser gorda: “Já entrei num espaço para dar aula e ficaram perguntando: ué, cadê a professora?”

Vanessa yoga para todos - Felipe Mariano e jessica chama

Vanessa Joda é criadora do projeto ‘Yoga para todos’ Imagem: Felipe Mariano e jessica chama

Vanessa desmistifica a ideia de que uma pessoa gorda não pode praticar Yoga: “A única coisa que difere um gordo de um magro é que a Yoga trabalha com o peso do corpo. Então, obviamente uma pessoa mais pesada vai trabalhar com mais peso. Isso não é empecilho algum . Yoga traz conexão com o corpo e conhecimento. Outra coisa que é importante ressaltar: problemas de saúde não acontecem só com gordos. Quem tem problemas na lombar, joelho, pressão alta, cervical, eu dou alertas e alternativas de posturas.”

A professora incentiva que mulheres gordas ‘se joguem’ no ‘namastê’. “Nós temos uma tendência a odiar nosso corpo e a Yoga traz de volta esse amor e conexão, mostrando que corpo e mente são uma coisa só. É difícil encontrar professores gordos, eu sei, mas se inspire nos poucos que existem. Foi a Yoga que me fez me aceitar como pessoa gorda e saber que está tudo bem.”

‘Gorda e preta? Me sentia duas vezes inviabilizada’

 influencer Ellen Valias - divulgação

A influencer Ellen Valias diz que buscou uma professora gorda para se sentir acolhida Imagem: divulgação

Foi conhecendo a professora Vanessa Joda nas redes sociais que a influencer Ellen Valias, criadora do perfil ‘Atleta de Peso’ no Instagram, se sentiu confortável em iniciar a prática de Yoga no fim do ano passado. Mulher negra e gorda, ela conta que tinha em sua cabeça que as posturas não haviam sido feitas para ela. Atualmente ela é aluna de Vanessa e se vê apaixonada por seus avanços na Yoga

.”Pessoas gordas têm medo de não serem acolhidas e eu tinha esse medo. Gorda e preta? Me sentia inviabilizada na Yoga duas vezes. Se você jogar no Google ‘Yoga’ vai encontrar apenas imagens de pessoas magras, padrões, brancas, saradas, fazendo aquela postura num tapete caro, numa paisagem com piscina. É muito elitista, além de tudo. Por isso eu precisei buscar qualquer representatividade para conseguir praticar. Foi aí que encontrei a Vanessa Joda e o Yoga para todos”, conta Ellen.

“Se você jogar no Google ‘Yoga’ vai encontrar apenas imagens de pessoas magras, padrões, brancas, saradas, fazendo aquela postura num tapete caro, numa paisagem com piscina. É muito elitista, além de tudo”, diz influencer Ellen Valias

Ellen tem também um canal no Youtube onde combate a gordofobia em qualquer esporte. A ‘atleta de peso’ aconselha: “Pessoas gordas que não fazem atividade física, tirem a culpa das costas. Acessibilidade ao esporte é negada aos gordos desde criança, desde a aula de educação física, quando somos ridicularizados. Busquei uma professora gorda para me sentir acolhida, porque não temos profissionais preparados para nos acolher. Representatividade salva vidas. E saiba que existem sim mulheres gordas na Yoga. Eu estou lá.”

Popularização e acesso da Yogapara todos

Além do estímulo da representatividade que faz enxergar que é possível pessoas com diversos tipo de corpo praticar yoga, Vanessa aproveita para destacar outro movimemto importante para a democratização da prática: mais professores preparados para isso. “Precisamos entender que na Yoga é a prática que precisa nos adaptar a nós. Com o conhecimento corporal temos mais cuidado e consciência. Precisamos formar professores que olhem para corpos diferentes”, diz.

universa.

Em meio à pandemia, 4 em cada 10 brasileiros relatam sintomas de ansiedade

Foto: Pixabay

Ansiedade e depressão são condições de saúde mental que afetam a vida de mais de 260 milhões de pessoas em todo o mundo, segundo informações da Organização Mundial da Saúde (OMS). E, em meio à pandemia do novo coronavírus e à implementação do isolamento social, os relatos aumentaram exponencialmente.

No Brasil, segundo levantamento do Ministério da Saúde, 41% dos brasileiros apontaram sintomas de ansiedade. Entre eles, estão distúrbios de sono, como dificuldade para dormir ou mesmo repousar mais do que de costume. Além disso, 38,7% relataram falta ou aumento de apetite.

Os dados também mostram que 35,3% das pessoas disseram ter falta de interesse em fazer coisas do cotidiano e 32,6% afirmaram sentir depressão. As buscas relacionadas ao termo ansiedade no Google praticamente dobraram em relação às médias anteriores, segundo estudo feito no site Google Trends.

“Mesmo antes da Covid-19 já éramos o país com o maior número de pessoas ansiosas do mundo: 18,6 milhões de brasileiros, o equivalente a mais de 9% da população”, afirma o médico e diretor associado global da Spectrum Therapeutics, Wellington Briques.

Segundo ele, é preciso falar mais sobre o assunto, estimulando a busca por ajuda médica. “A cannabis medicinal, segundo estudos clínicos recentes, poderia ser utilizada para aliviar alguns sintomas provocados pela ansiedade”, avalia.

A ansiedade é a condição mental com maior prevalência no mundo, atingindo entre 2,5% e 7% da população dependendo do país, de acordo com a plataforma Our World in Data. Cerca de 63% dos pacientes são mulheres e 37% são homens.

Surto e medo

A jornalista Karol Salles, de 22 anos, contou ao Metrópoles que no início da pandemia tentou se convencer a levar uma vida normal, mas que, ao perceber a gravidade da situação, começou a ter ataques de pânico.

“Se eu ouvisse ou lesse algo sobre o vírus, eu surtava, chorava, me dava um desconforto, medo, e aí eu comecei a ter algumas medidas exageradas. Trocava de roupa mais de três vezes ao dia, mesmo sem sair, passava álcool em gel o tempo todo”, contou.

Com isso, a jovem decidiu se isolar das notícias. “Decidi que não queria mais saber sobre nada que envolvesse a pandemia, parei de assistir aos jornais, mas aí comecei a me esconder nas redes sociais, e isso desencadeou minha ansiedade. Ver as fotos da galera que eu sigo, as fotos ao ar livre, me trazia um desconforto enorme. É como saber que estamos vivendo presos, de certo modo.”

Para tentar amenizar a ansiedade, Karol começou a treinar, dançar, fazer aula de teclado. Ela diz, contudo, que, por vezes, ainda sente que “nada faz sentido” e entra no ciclo novamente.

Uso de remédios

Sem querer levantar da cama para fazer atividades rotineiras, a assessora de imprensa Mariana Costa, de 22 anos, resolveu apelar para o uso de medicamentos para controlar a ansiedade. Ela conta que foi diagnosticada com depressão em 2019 e a pandemia de coronavírus reativou os sentimentos ruins.

“Fui diagnosticada com transtorno misto de ansiedade e depressão em 2019, então isso pesou muito quando o rumor da Covid-19 começou a preocupar a maioria das pessoas próximas, então para que a ansiedade não tomasse conta, voltei a fazer uso de medicamento pra controlar as emoções”, desabafou.

Ela também notou uma mudança nos hábitos alimentares. Segundo Mariana, a ociosidade a fez comer mais. “Como eu ficava acordada de madrugada, eu sentia muita fome num horário que não é recomendável que a gente coma, porque o metabolismo não trabalha na mesma potência, então de 62 kg eu subi pra 68 kg.”

Metrópoles

Juíza vê pedido ‘genérico’ e nega liminar para obrigar a União a colocar servidores em home office

Foto: Ilustrativa/StockSnap

A juíza Raquel Soares Chiarelli, da 21ª Vara Federal Cível do Distrito Federal, negou liminar para obrigar a União a colocar servidores em home office. A decisão atende o governo, que alegou interferência de poderes e informou já cumprir com medidas de distanciamento social e teletrabalho com servidores e funcionários terceirizados.

De acordo com a juíza, o pedido formulado pelo Ministério Público do Trabalho e pelo Ministério Público Federal era genérico e desconsidera ‘as incontáveis peculiaridades que envolvem o serviço público’. Raquel disse que não ficou mostrada que os gestores estariam descumprindo as determinações de trabalho remoto.

“Com efeito, não cabe ao Poder Judiciário fazer juízo de valor sobre o acerto ou desacerto das medidas adotadas no âmbito da discricionariedade administrativa, especialmente quando a provocação judicial apresenta fundamento genérico e desacompanhado de elementos de convicção capazes de evidenciar abuso por parte da Administração Pública”, apontou.

A União alegou à Justiça, entre outros pontos, que ‘há comprovação da adoção de medidas concretas que visam facilitar e ampliar o teletrabalho a todas as atividades, quando possível’. “Incluída a retirada de de bens das dependências da União para esse fim”.

O governo federal também afirmou que não caberia à Justiça definir o funcionamento da administração pública.

Fausto Macedo – Estadão Conteúdo

Urso é condenado à morte na Itália por atacar humanos

Um urso marrom é visto no Parque Nacional Abruzzo, na Itália
Foto: DEA/G. CARFAGNA/De Agostini/Getty Images

Grupos defensores de direitos dos animais na Itália estão pedindo às autoridades que suspendam a sentença de morte de um urso marrom que atacou pai e filho na semana passada, em uma trilha na região de Trentino.

Fabio Misseroni, 59, e seu filho Christian Misseroni, 28, estavam caminhando na segunda-feira em um trilha no Monte Peller quando dizem que o urso saltou em seu caminho.

O urso mordeu a perna de Misseroni antes que seu pai pulasse nas costas do animal para que ele pudesse escapar, disse o filho à CNN. O urso então mordeu e atacou o homem mais velho, quebrando sua perna em três lugares. Misseroni então bateu palmas para distrair o urso do pai antes que o animal fugisse para a floresta, narrou.

Os regulamentos do Instituto Nacional de Proteção Ambiental e Pesquisa da Itália exigem que os ursos que atacam os seres humanos sejam sacrificados.

Após o ataque, o governador de Trentino, Maurizio Fugatti, assinou uma ordem de abate permitindo a captura e a morte do urso, que as autoridades estão tentando identificar através do DNA extraído da saliva e do pelo deixados nas feridas das garras e mordidas e nas roupas do pai e do filho.

Houve vários ataques de ursos na região nos últimos anos, e as autoridades locais têm um banco de dados de DNA de ursos coletado de fezes, peles e saliva. Câmeras de vigilância são usadas para combinar o DNA com os animais.

Mas um movimento crescente pede que o urso seja deixado em paz – pelo menos até que as circunstâncias do caso se tornem mais claras. Os grupos italianos de direitos animais Animalisti Italiani e o Fundo Mundial para a Natureza pediram ao governo local que interrompa a ordem de abate até que seja realizada uma investigação completa, incluindo se o pai ou o filho fizeram alguma coisa para provocar o urso, o que os homens negam.

Quase 15.000 pessoas no sábado assinaram uma petição do Fundo Mundial para a Natureza para salvar o urso, pedindo a reversão imediata da sentença de morte.

O ministro do Meio Ambiente italiano também escreveu uma carta dizendo que ele é contra o abate do urso, que, segundo ele, pode ser uma fêmea protegendo filhotes.

CNN BRASIL

Saiba em quais lugares o contágio pelo novo coronavírus pode ser maior, segundo estudo

Foto: © REUTERS / Ricardo Moraes/Direitos Reservados

Um estudo feito pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) tornou mais fácil identificar lugares onde, segundo pesquisadores, a chance de ser infectado pelo vírus SARS-Cov-2, responsável pela pandemia de covid-19, é bem maior. Os resultados parecem comprovar o que já é protocolo sanitário em todo o Brasil: a residência é o lugar mais seguro para as pessoas nesse momento.

A equipe de virologistas responsáveis pelo levantamento coletou amostras de lugares públicos de alta circulação na cidade de Belo Horizonte. O método utilizado foi parecido com os testes realizados para detectar a presença do vírus no organismo: o swab – um tipo de cotonete alongado que, quando friccionado contra superfícies, coleta o material em repouso – foi usado em pontos de ônibus, corrimãos, entradas de hospitais e até mesmo bancos de praças. Das 101 amostra colhidas, 17 continham traços do novo coronavírus.

“Para se avaliar o risco de um determinado local, levamos em consideração três elementos: o número de pessoas que podem portar a infecção, o nível de aglomeração esperado nos ambientes e a chance de haver pessoas com a infecção no local”, explicou o infectologista e professor de medicina da UFMG, Matheus Westin.

O médico lembra, ainda, que objetos também podem ter partículas infecciosas inertes. Frutas, verduras, caixas e outros itens que ficam expostos podem carregar o vetor de infecção. O estudo classificou as áreas de risco de acordo com os três pilares sanitários identificados pelos médicos. Veja o infográfico:

Linha de frente

O estudo mostrou também que profissionais que trabalham na linha de frente de combate ao novo coronavírus estão muito mais suscetíveis ao contágio, já que a proximidade com infectados é inevitável.

“Todas as formas de assistência direta envolvem proximidade. Desde os cuidados primários, como administrar medicação ou conversar com o paciente, aos procedimentos invasivos, como ajustar o ventilador mecânico, aspirar as vias aéreas ou entubar o paciente, tudo isso cria um grande risco de transmissão”, argumenta Westin.

Segundo o médico e professor, o investimento em equipamentos de proteção individual (EPIs) de qualidade é crucial, e pode definir se o profissional médico será contaminado ou não ao tratar pacientes. “Boa parte desse equipamento é de uso único. A troca deve ser periódica. Mas não dá pra esquecer que o profissional de saúde, ao chegar em casa, deve lavar bem com água e sabão as vestimentas hospitalares para remover traços de contaminação das roupas”, informou.

Agência Brasil

Anitta é diagnosticada com trombose e tem alta: saiba o que é a doença e como prevenir

Anitta deu um susto nos fãs ao ser internada na última quinta-feira, dia 25. A cantora revelou que foi diagnosticada com trombose nas pernas. Liberada do hospital, o tratamento continua em casa. Mas a doença deixa sequelas?

— A trombose é um coágulo dentro de uma veia. É um sangue que se solidificou. As razões para acontecer são variadas, mas pode ser por histórico familiar, uso de hormônios, obesidade, cigarro, sedentarismo… O mais comum é ocorrer a doença abaixo do joelho, que pega uma veia que não é das mais importantes para a drenagem do sangue. As chances de sequela são menores. Quando se pega uma veia que fica entre o joelho e a virilha, as pessoas tendem a ter mais edemas. Mas o nosso próprio sistema já dissolve o coágulo e a pessoa volta a ter uma circulação normal. Não dá para dizer sem analisar o caso da Anitta, mas sabemos que uma cantora como ela, que tem pique de atleta, é jovem, foi diagnosticada cedo, não tem que pensar que a doença deixará marcas — analisa o médico Leonardo Stambowsky, cirurgião vascular e membro titular da Sociedade brasileira de angiologia e cirurgia vascular.

Antes de receber alta, a funkeira, que lançou uma música com MC Zaac e Tyga, já avisou que sairia do hospital para dançar nos stories, fazer lives e falar sobre música. Por mais que Anitta estivesse bem mais tranquila na quarentena, difícil imaginar que ela estava completamente sedentária.

— Exatamente. Tive pacientes que tiveram trombose nessa quarentena, mas eram pessoas mais idosas e que, antes, faziam um exercício ou outro e, agora, pararam com tudo. Difícil pensar que esse foi o caso de Anitta. E, a partir disso, podemos pensar em formas de prevenir a doença. Do ponto de vista vascular, é preciso evitar o sangue de ficar parado por muito tempo. Quem está muito sentado, levante-se, estique as pernas de duas a três vezes ao dia. Há o caso de usar meias elásticas… E também é importante repensar hábitos, como evitar cigarro, obesidade, não deixar de fazer atividades físicas, aqueles fatores gerais de saúde — diz o médico.

E quem tem a doença, pode seguir com a vida normalmente. O tratamento hoje em dia é bem simples.

— O tratamento mais comum é com medicamentos anticoagulantes. Como a cantora é jovem e saudável, deve ser esta forma. Antigamente é que era preciso fazer restrições de dieta, acompanhamento para tirar sangue, mas hoje em dia e muito mais fácil. É só um comprimido. E que, dependendo de cada caso, é prescrito de três meses a um ano. É muito raro precisar de cirurgia. Só se fosse uma trombose alta.


Extra.

Deputada do PSL nomeia empregada doméstica como assessora na Alerj e justifica escritório parlamentar dentro de casa

Foto: Reprodução

A deputada Alana Passos (PSL), eleita como a parlamentar mulher mais votada nas eleições de 2018 no Rio, nomeou como assessora parlamentar de seu gabinete sua empregada doméstica, como mostrou reportagem do RJ2 nessa quinta-feira (25).

Fabiana Cristina da Silva ocupa o cargo de assessora parlamentar nível 9 na Assembleia Legislativa (Alerj), mas faz faxina na casa da deputada.

A deputada negou que Fabiana Cristina da Silva seja doméstica. Ao ser questionada sobre as afirmações da funcionária, ela disse que tem um escritório parlamentar dentro de casa.

A reportagem mostrou que na folha de pagamento da Alerj, o salário da funcionária é de R$ 909,81. Além disso, ela ganha mais R$ 1.238,00 de verba indenizatória, conhecido como auxílio-educação.

O total é de R$ 2.147,00 que seriam pagos com verba pública. Também está na conta o auxílio alimentação de R$ 1.260,00 por mês.

O RJ2 conversou com a empregada doméstica, que confirmou suas atividades como limpeza e cozinha. Ela exerce a função desde dezembro de 2019.

Fabiana: Eu achei que fosse trabalhar de carteira assinada, não sabia que seria assim entrar por entrar na Alerj. Eu sempre fui empregada doméstica, trabalhava na casa dela.

Repórter: Como empregada doméstica na casa dela?

F: Doméstica, que é minha área.
R: E ela te empregou na Alerj?
F: Olha, se você me perguntar se eu tenho algo assinado, não tenho nada.
R: Crachá?
F: Eu não sei de nada, não tenho nada, nada, eu sou muito leiga
R: E você ia todo dia?
F: Todo dia.
R: Na Alerj você foi?
F: Só quando fui resolver.
R:Assinar?
F: Sim.

Cada deputado estadual tem direito a nomear mais de 40 assessores, mas todos devem trabalhar para o gabinete do parlamentar.

Quando eleita, Alana Passos se elegeu com as bandeiras da “nova política” e do fim da corrupção. “Fazer política por amor, porque acreditamos num pais melhor”, disse a parlamentar na época em que fazia campanha.

Em entrevista, a deputada explicou a função que Fabiana exerce.

Alana: Ela não estava na minha casa, é minha assessora, eu tenho gabinete em casa.

Repórter: Ela não é empregada doméstica?

A: De maneira alguma. Não tenho empregada.
R: E o que ela faz?
A: Ela é minha assessora, traz as demandas.
R: Mas ela disse que é domestica.
A: Impossível. Eu tinha um gabinete de cota parlamentar, no premier, e eu fechei para reduzir o gasto no gabinete e hoje ele tá na minha casa. Mas por causa da pandemia, eles estão em casa.

G1

Febre, tosse, fadiga: estudo confirma sintomas mais comuns da Covid-19

(Foto: United Nations Global Call Out To Creatives)

Um estudo conduzido por universidades do Reino Unido e da Bélgica confirma os sintomas mais comuns da Covid-19: tosse persistante, febre, fadiga, perda do olfato e dificuldade para respirar. Publicado no Plos One na terça-feira (23), o artigo ratifica os sinais já listados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) desde o começo da pandemia. “O estudo dá confiança ao fato de termos acertado na identificação dos principais sintomas e pode ajudar a determinar quem deve fazer o teste”, afirma Ryckie Wade, cirurgião e pesquisador clínico da Universidade de Leeds, no Reino Unido, que supervisionou a pesquisa.

Para chegar à lista de sintomas, os pesquisadores revisaram 148 estudos e identificaram os mais comuns entre 24.410 pacientes de nove países: China, Singapura, Japão, Coreia do Sul, Austrália, Itália, Reino Unido, Países Baixos e Estados Unidos.

No geral, 78% dos pacientes apresentaram febre, 57% tiveram tosse, 31% sofreram de fadiga, 25% perderam o olfato e 23% relataram dificuldade para respirar. Ao analisar os dados por país, os pesqusiadores encontraram diferentes porcentagens em cada região. Em Singapura, por exemplo, 72% apresentaram febre, enquanto apenas 32% dos coreanos disseram ter esse sintoma. Quando o assunto é tosse, os pacientes da Coreia do Sul também relataram menos: apenas 18%, sendo que nos Países Baixos a porcentagem de infectados com tosse chegou a 76%. Segundo os especialistas, essas variações se devem, em parte, à forma como os dados foram coletados em cada país.

Entre os pacientes que precisaram de tratamento hospitalar, 19% foram atendidos em uma unidade de terapia intensiva (UTI), 17% necessitaram ajuda não invasiva para respirar, 9% precisaram de ventilação invasiva e 2% usaram oxigenação por membrana extracorporal (um “pulmão artificial”).

Os pesquisadores também reconhecem que uma grande porção dos infectados pelo novo coronavírus não apresentou sintoma algum.

Galileu

FOTOS: Governo do RN entrega R$ 1,7 milhão em viaturas para a Segurança Pública, adquiridos em convênio com o Governo Federal

Fotos: Elisa Elsie

O Governo do RN, via Secretaria de Estado da Segurança Pública e da Defesa Social (Sesed) entregaram, na manhã desta sexta-feira (26), 14 novos veículos para o Corpo de Bombeiros e para a Polícia Militar adquiridos em convênio com a Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) do Ministério da Justiça e Segurança Pública, no valor total de R$ 1,7 milhão.

Com a presença da Governadora do Estado, Fátima Bezerra, a Sesed entregou seis viaturas tipo Mitsubishi Triton L200 para o Corpo de Bombeiros Militar, que serão distribuídas entre os comandos regionais no intuito de modernizar a estrutura. Outra instituição beneficiada pelo convênio, a Polícia Militar recebeu quatro veículos Vans do tipo Renault Master, que são destinadas ao trabalho do Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência (PROERD) em todo o Estado, além de quatro quadriciclos 4×4, que serão integradas a Companhia Independente de Proteção Ambiental (Cipam).

De acordo com a governadora, as viaturas chegam para fortalecer o trabalho da segurança pública estadual. “São veículos que atuarão de forma direta nas ruas e também serão destinadas à continuidade da Força-Tarefa do Governo do Estado na Operação Pacto pela Vida, que está sendo fundamental para o aumento nos índices de isolamento social no combate à pandemia”, afirmou.

Para o Coronel Francisco Araújo, secretário da Sesed, as viaturas entregues em convênio com o Governo Federal possibilitam um trabalho ainda mais eficaz nas ações integradas realizadas pelo Governo do Estado. “A chegada desses veículos é de fundamental importância para que a secretaria possa equipar a estrutura da segurança pública. Esses veículos chegam em totais condições de compor, de forma imediata, a estrutura da Operação Pacto pela Vida”, disse.

Além da governadora e do titular da Sesed, participaram do evento o vice-governador Antenor Roberto; a delegada geral da Polícia Civil, Ana Cláudia Saraiva Gomes; o Comandante Geral da Polícia Militar do RN, Coronel PM Alarico José Pessoa Azevêdo Júnior; o comandante do Corpo de Bombeiros Militar do RN, Coronel Luiz Monteiro da Silva Júnior; e o diretor-geral do ITEP, Marcos Brandão.