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Carinha de 23 anos: Deborah Ewbank é stylist, vovó coruja e ama animais

Deborah Ewbank completou 62 anos no fim de semana, ou 23, de acordo com a homenagem do genrinho Bruno Gagliasso. Não demorou para surgir a curiosidade: como é a mãe da Gio Ewbank? Vovó coruja, stylist dos famosos e da família, apaixonada por pets e natureza? Splash te explica!

Deborah é formada em arquitetura, mas viu a oportunidade de migrar para o mundo da moda quando Gio ficou famosa. Então, virou braço direito da filha na hora de pensar e produzir os looks da artista. O sucesso do trabalho com a filha rendeu para ela projetos com outros famosos, como Giovanna Lancellotti. E claro que o genro Bruno Gagliasso também entrou nessa.

Uol

Deputada Cristiane Dantas solicita mais policiamento para o “Programa Maria da Penha”

A deputada estadual Cristiane Dantas (SDD) apresentou requerimento na Assembleia Legislativa solicitando à Secretaria da Segurança Pública e da Defesa Social do Estado que sejam direcionados policiais convocados, depois de encerrado o curso de formação, para aumentar efetivo da “Patrulha Maria da Penha”.

“A solicitação se faz necessária, pois a “Patrulha Maria da Penha” da Policia Militar do RN necessita de um quadro de policiais condizente com o  número  de  habitantes  para  proporcionar  uma  segurança mais  efetiva. Hoje o município conta com um número insuficiente de profissionais da segurança para conter as diversas ações de violência contra a mulher, que estão aumentando a cada dia”, justificou a deputada.

Instituída pela Lei Estadual n° 10.097/2016, a Patrulha Maria da Penha tem como objetivo prevenir e combater a violência doméstica contra a mulher no âmbito do Estado do Rio Grande do Norte e como missão a fiscalização e o policiamento ostensivo e preventivo direcionados ao acompanhamento das vítimas de violência doméstica.

Depois de levar um golpe, Camila Coutinho quer liderar onda do “hair care”

Já ouviu falar de “hair care”? Depois do “self care” (autocuidado) e do “skincare” (cuidados com a pele), agora é a vez do “hair care” (cuidados com o cabelo) ganhar a atenção de quem é ligada num ritual de beleza. A expressão dá nome a um movimento que busca ressignificar o jeito como lidamos com os fios. E, no Brasil, uma marca já abraçou essa ideia.

Criada pela influenciadora digital Camila Coutinho –blogueira responsável pelo portal de conteúdo Garotas Estúpidas e que coleciona 2,6 milhões de seguidores no Instagram–, a marca GE Beauty é a mais nova queridinha dos fãs de cuidado para o cabelo. Lançou, até agora, sete produtos no mercado: xampu, máscara condicionadora, leave-in e quatro boosters de tratamento.

Medo e trapaça

“A marca surgiu de uma trapaça”, diz Camila Coutinho em entrevista para Universa. Inspirada no sucesso do portal de moda de Camila, uma empresa plagiou o site e criou uma marca de produtos para cabelo com o mesmo nome. Quando a blogueira soube do golpe, foi atrás do prejuízo: “Fiquei inconformada com a situação, mas logo virei a chavinha e decidi que essa era a chance de entrar no mercado de beleza”.

Camila recuperou os direitos sobre o nome da marca e, embalada pelo sucesso que o golpista havia descoberto, decidiu investir de vez na sua própria linha de produtos para cabelos. A pandemia chegou no meio desse processo, mas não foi um impedimento. “Tive medo, sim, de lançar a marca na pandemia. Estávamos na reta final, então decidi continuar. Até porque o segmento de beleza estava crescendo muito nesse período”, diz.

Uol

Menino de 3 anos faz pedido de R$ 400 no McDonald’s pelo celular da mãe em Pernambuco

Foto: Acervo pessoal

Uma publicitária tomou um susto ontem à noite em Recife quando o porteiro do prédio anunciou que tinha uma entrega na qual ela não esperava. O filho de três anos pegou o celular da mãe para brincar e fez um mega pedido no McDonald’s, no total de R$ 400, através de um aplicativo de entrega de comida. Ao UOL, ela disse que não sabia se ria ou se chorava de nervosa, mas depois do susto, concluiu que foi um gasto de dinheiro em terapia de risadas. Já o menino, se sentiu orgulhoso de ter feito o pedido, mas ainda ficou frustrado por não ter chegado o brinquedo que queria.

Raissa Wanderley de Andrade, 32 anos, foi tomar banho e deixou o celular com o filho, Luiz Antônio, mais conhecido como Tom, como faz normalmente. Quando estava no sofá com a mãe dela, depois de meia hora, recebeu com surpresa uma chamada pelo interfone dizendo que havia uma entrega.

“A princípio eu disse: ‘Não, acho que é algum engano. Não pedi nada’. E disseram que estava no elevador. Eu imaginei que fosse alguém que tivesse mandado alguma coisa para mim. Daí quando eu cheguei na cozinha tinha lá um bocado de sacola do McDonald’s. Eu fiquei sem entender, daí chamei o meu marido achando que ele podia ter feito alguma compra e eu não sabia. Antes de abrir as sacolas eu peguei a nota fiscal e vi que estava no meu nome, então peguei o celular e vi que tinha feito, na verdade, dois pedidos, um em seguida do outro. E daí eu já entendi na mesma hora que tinha sido ele [Tom]”, lembrou a publicitária.

Raissa então questionou quem havia feito as compras e o filho não negou a autoria. “Ele falou todo orgulhoso. ‘Fui eu mãe, foi Tom’. Eu ri e chorei de nervoso. Porque eu vi uma conta de R$ 400 e quanto mais eu tirava os pedidos, mais eu ria. Dez milk-shakes, eu, minha mãe e meu marido em casa, três adultos, ele e uma bebê de 11 meses. Eu falo esta história e rio. Acho que eu passei uma hora rindo e até concluí que foram R$ 400 de terapia do riso porque fazia tempo que eu não ria tanto”, contou Raissa.

No total, Tom pediu seis promoções completas de hambúrgueres, seis Mc Lanches feliz, oito brinquedos extras, duas porções de nuggets (de 12 unidades cada), uma batata frita grande com bacon e cheddar, dez milk-shakes de ovomaltine, dois sorvetes top sundae de morango, duas tortinhas de maçã, dois sorvetes McFlurry, oito garrafas d’água, um suco de uva e dois molhinhos extras. Um banquete de fast-food custou o valor de R$ 400.

Com tanta comida em casa, Raissa não teve dúvidas e compartilhou tudo. Por sorte, os pais, a irmã, o cunhado e os sobrinhos moram no mesmo prédio. Então, deu para dividir para a família toda, além da funcionária doméstica e dos porteiros, que também desfrutaram do pedido.

Tom ainda ficou frustrado

Depois do ocorrido, Raissa disse que foi conversar com o filho para explicar que aquilo custava dinheiro, que ele não poderia fazer aquilo e que se comprava um brinquedo por vez. Neste momento, descobriu que ele não havia ficado de todo satisfeito.

“Quando ele viu que não tinha ganhado um minion dourado, que eu nem sabia que tinha, ele ficou arrasado. Acho que ele não imaginava que tudo o que ele apertasse ali ia chegar e ficou felicíssimo que chegou batata frita, nuggets tudo numa segunda-feira e um bocado de brinquedo, apesar da decepção de não ter vindo um minion dourado. Esta foi a única decepção dele. Eu ainda conversei um bocado, mas depois eu desisti e só fiz rir mesmo”, comentou a mãe de Tom aos risos.

Não foi a primeira vez

A publicitária contou que até que não demorou muito para entender que o pedido tinha sido feito por Tom, pois ele já tinha feito outros pedidos antes. “Uma outra vez ele também pediu um açaí pelo Ifood e já chegou a pedir um táxi, que eu tive que pagar porque o táxi chegou lá embaixo. Mas isso faz um bom tempo já, acho que uns seis meses, então, achei que ele tinha parado com esta mania de ficar mexendo e apertando nas coisas”, disse a publicitária.

Apesar de toda a surpresa, Raissa e o marido, o também publicitário André Lins Nunes, sabem que Tom é um menino muito esperto, mesmo com somente três anos de idade.

Segundo ela, o menino é apaixonado pelos Beatles, viciado em bandeiras nacionais e vive fazendo chamada oral sobre os nomes dos países com os pais. Além, é claro, de ser doente pelo Náutico, seu clube do coração, paixão esta que já o fez ser personagem de uma reportagem na televisão.

UOL

Deputada Cristiane Dantas destaca Dia do Empreendedorismo Feminino Na ALRN

O Dia do Empreendedorismo Feminino, celebrado mundialmente em 19 de novembro, foi registrado em plenário pela deputada Cristiane Dantas (SDD). A data, criada pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 2014, celebra a mulher empreendedora e o seu impacto na economia.

“É uma data muito importante e mais um incentivo e valorização das mulheres que cada vez mais estão ganhando espaço no mundo dos negócios. Hoje as mulheres estão em mais de 51% do mercado de empresas no Brasil. Por isso, temos que incentivar”, destacou.

Cristiane destacou que mulheres no poder, inspiram outras a empreender. “Este ano participamos da aprovação da Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas, uma ferramenta importante para a desburocratização e para as mulheres empreendedoras, que são chefes de famílias e gerenciam seus próprios negócios para sustentar as casas e seus filhos”, ressaltou.

Suspenso na pandemia, reajuste de planos de saúde será parcelado em 12 meses

Foto: reprodução/Agência Brasil

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) informou nesta quinta-feira, 19, que beneficiários de planos de saúde que tiveram suspensas as cobranças de reajuste anual e por faixa etária terão parcelamento desses valores em 12 meses, a partir do ano que vem. A suspensão do reajuste foi determinada em agosto em função da pandemia do coronavírus.

Segundo a ANS, 20,2 milhões de beneficiários tiveram a suspensão do reajuste. A medida, diz a entidade, “foi tomada diante de um cenário de dificuldades para o consumidor em função da retração econômica acarretada pela pandemia, e de um cenário de redução de utilização dos serviços de saúde no período”.

Os valores diluídos em 12 parcelas iguais serão cobrados de janeiro a dezembro de 2021. Os boletos terão de indicar o valor da mensalidade e o valor da parcela relativa à recomposição, “para que o contratante saiba exatamente o que está sendo cobrado”.

A ANS também definiu reajustes máximos que poderão ser praticados no ano que vem. Para os que têm planos individuais ou familiares contratados a partir de 1999 ou adaptados à Lei nº 9.656/98 ficou estabelecido um teto de 8,14% de aumento.

Estão sujeitos à aplicação desse porcentual aproximadamente 8 milhões de usuários. “O índice é o máximo que pode ser aplicado pelas operadoras: elas podem aplicar percentuais mais baixos, mas são impedidas de aplicar percentuais mais altos”, explica a ANS.

Para contratos individuais ou familiares feitos antes da Lei 9.656/98 e abarcados pelos termos de compromisso firmados entre as operadoras e a ANS, o índice máximo de reajuste varia entre as operadores que se enquadram nessa categoria. Os valores ficaram em 8,56% para a Amil e 9,26% para Bradesco, Sulamérica e Itauseg. O cálculo considerou a variação dos custos médico-hospitalares.

Estadão Conteúdo

Três pessoas morrem após desmoronamento de falésia na praia da Pipa, no RN

Três pessoas morreram na praia de Pipa, localizada no litoral do Rio Grande do Norte, quando parte de uma falésia desabou. O local é um ponto turístico bastante frequentado e segundo a Polícia Militar (PM) as três pessoas que vieram a óbito foram um homem, uma mulher e uma criança, todos da mesma família.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, o desmoronamento ocorreu por volta das 11h desta terça-feira, 17. As pessoas foram soterradas e, segundo relatos, não resistiram ao incidente mesmo após serem socorridas. A base dessa falésia fica na Baía dos Golfinhos, na praia da Pipa, no município de Tibau do Sul, RN.

O homem se chamava Hugo Mendes Pereira, tinha 32 anos, era natural de Jundiaí, em São Paulo, e estava em um relacionamento sério com Stela Souza, que também morreu. Os dois estavam acompanhados do filho, Sol Mendes, de apenas 1 ano, e que foi soterrado.

Do Blog: Meus sentimentos aos familiares e amigo do casal. Que Deus traga o consolo desse momento tão difícil. A vida tem nos mostrado todos os dias, o quanto somos vulneráveis e ela é um sopro.

Cristiane Dantas apresenta requerimentos dentro da pauta de causas das mulheres

Seguindo a pauta das causas das mulheres, a deputada estadual @depcristianedantas (SDD) apresentou um requerimento solicitando a criação de uma sala para acolhimento de mulheres vítimas de violência na Companhia Feminina da Polícia Militar do RN e um segundo requerimento solicitando aquisição de um aparelho celular para a Patrulha Maria da Penha da Polícia Militar do RN.

A “Sala Lilás”, solicitada no primeiro requerimento apresentado pela parlamentar, é um espaço criado para prestar atendimento especializado e humanizado às mulheres vítimas de violência física e sexual. Nele trabalham os integrantes de uma equipe multidisciplinar formada por policiais, psicólogos, assistentes sociais e enfermeiras.

Reeleita, Nina de Souza é a segunda mulher mais votada na câmara de Natal/RN

E foi com uma campanha linda, limpa, honesta e próxima do povo que Nina venceu mais uma vez. Ela que já tem lindos trabalhos realizado na câmara, conquistados com muita força e coragem, tem mais quatro anos pela frente pra mostrar que sabe, fala e faz.

Parabéns, Nina de Souza! O Blog da Prima vibrou com essa vitória. Mais uma oportunidade que o povo de Natal deu para uma mulher destemida e competente. Já mostrou que faz e vai continuar a fazer.

FOTO: Interior elege primeira vereadora trans do RN, de 28 anos

Foto: Reprodução/Redes sociais

O município de Carnaúba dos Dantas, no interior do Rio Grande do Norte, distante 219 km de Natal, elegeu pela primeira vez uma mulher transexual para o cargo de vereadora no estado. Aos 28 anos de idade, foi a segunda vez que Thabatta Pimenta disputou o cargo.

Na primeira eleição que disputou, pelo PSDB em 2016, teve 320 votos, mas não conseguiu ser eleita devido às coligações. Nesse pleito, com 267 votos, pelo PROS, garantiu sua cadeira na Câmara Municipal local.

Para disputa do pleito, Thabatta arrecadou somente R$ 1.150,00, distribuído para material gráfico em um jingle.

Com acréscimo de informações da Tribuna Norte

UFRN realiza nesta quarta Iº seminário sobre cotas étnico-raciais em seleções de estudantes

Foto: Divulgação

Com o intuito de discutir a implantação das bancas de heteroidentificação na Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) para os próximos processos seletivos de estudantes, o I Seminário sobre Cotas Étnico-Raciais na UFRN será realizado a partir das 14h desta quarta-feira, 18 de novembro, no Canal da UFRN no Youtube.

Gratuito e aberto a toda sociedade, o evento é organizado pelo Grupo de Trabalho de Heteroidentificação, juntamente com as Pró-Reitorias de Graduação (Prograd) e de Pós-Graduação (PPG), além da Secretaria de Ensino Básico, Técnico e Tecnológico (SBTT), sob a coordenação das professoras do Centro de Educação (CE-UFRN), Vândiner Ribeiro, e da Faculdade de Ciências da Saúde do Trairi (Facisa-UFRN), Mercês de Fátima dos Santos Silva.

A abertura do Seminário contará com a participação da pró-reitora de Graduação da UFRN, Maria das Vitória de Sá, e a apresentação cultural do grupo Nação Zambêracatu. Em seguida, o tema Cotas Étnico-Raciais na UFRN será discutido por Dyane Brito Reis Santos, professora da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB); Alexandro Silva de Jesus, professor do Departamento de Antropologia e Museologia da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE); e Cledson Severino de Lima, Técnico Educacional da Unidade de Educação das Relações Étnico-Raciais (Unera) da Secretaria de Educação do Estado de Pernambuco (Seduc-PE); sob a mediação da professora do CE-UFRN, Vândiner Ribeiro.

Para acompanhar a discussão, não precisa efetuar inscrição. Os interessados devem somente acessar o Canal da UFRN no Youtube, no dia e horário previstos, e podem contribuir enviando comentários pelo chat ao vivo.

Currículo dos palestrantes

– Dyane Brito Reis Santos: Professora da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB). Docente permanente do Mestrado em Política Social e Territórios (UFRB), é colaboradora do Mestrado Profissional em História da África, da Diáspora e dos Povos Indígenas e do Programa de Pós Graduação em Estudos Interdisciplinares sobre Universidade (Universidade Federal da Bahia – UFBA). Com pós-doutorado em Sociologia pela USP, é doutora em Educação (UFBA), mestre em Ciências Sociais (UFBA) e possui graduação em Ciências Sociais pela (UFBA). Atuou como pesquisadora da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) e do Ministério da Educação (MEC) sobre assuntos relativos às Ações Afirmativas e sobre a implementação curricular “História e Cultura Afro-Brasileira” na região do Semiárido Brasileiro.

– Alexandro Silva de Jesus: Professor do Departamento de Antropologia e Museologia da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Possui graduação em História pela Fundação de Ensino Superior de Olinda, mestrado em História pela UFPE e doutorado em Sociologia (UFPE). Suas pesquisas problematizam as políticas para a cultura desenvolvidas em espaços de decolonialidade e as relações entre pesquisa e ética.

– Cledson Severino de Lima: Técnico Educacional da Unidade de Educação das Relações Étnico-Raciais (Unera) da Secretaria de Educação do Estado de Pernambuco (Seduc-PE). Graduado em Pedagogia, História e Geografia, com especialização em Políticas de Promoção da Igualdade Racial na Escola pela Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj) e em Ensino de História pela Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), é mestrando em Educação do Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Atualmente, é membro da Afrocentricidade Internacional no Brasil (AI-Brasil) e pesquisador do Laboratório de Educação para as Relações Étnico-Raciais da UFPE.

– Vândiner Ribeiro: Professora de Pedagogia da UFRN, no Departamento de Práticas Educacionais e Currículo e no Programa de Pós-Graduação em Educação. Possui graduação em Pedagogia pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). É mestre em Educação pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos) e doutora em Educação pela (UFMG). Possui experiência na formação de professores do campo e da cidade e nas discussões sobre culturas, cotidiano, classes multisseriadas, movimentos sociais e educação do campo. Atualmente tem se dedicado, sobretudo, aos estudos de currículo e gênero em diversos artefatos culturais e na escola.

UFRN

Xuxa processa Sikêra Jr e pede indenização de R$ 500 mil; apresentadora também pede a cassação do registro de jornalista e demissão da Rede TV!

Foto: Montagem

Xuxa teria acionado os seus advogados após ter sido chamada de pedófila e acusada de fazer apologia às drogas por Sikêra Jr. A apresentadora entrou com ações e pediu que o jornalista perca o título de jornalista, assim como sua demissão da Rede TV! e uma indenização de R$ 500 mil, segundo o Notícias da TV.

A ação foi protocolada na Vara Cível do Foro Regional de Santo Amaro, em São Paulo, em 27 de outubro, e a apresentadora da Record pediu tutela de urgência ao caso, pois alega que o rival oferece riscos à sociedade.

A briga entre os dois começou após o apresentador exibir no ‘Alerta Nacional’ um vídeo de um homem transando com uma égua e fazer graça com a situação. Xuxa se manifestou contra a ação de Sikêra, que passou a atacá-la.

Ele a chamou de pedófila, usando como argumento o fato da apresentador ter atuado no filme ‘Amor Estranho Amor’ e a acusou de fazer apologia às drogas. Em uma entrevista, Xuxa mencionou que a mãe, dona Alda Meneghel, fazia uso de maconha medicinal para amenizar sintomas de sua doença degenerativa.

Sikêra também afirmou que Xuxa incentiva as crianças a “safadeza, putaria e suruba” por ter lançado recentemente o livro Maya, o Bebê Arco-Íris, que conta a história de uma garotinha que tem duas mães. “Cuidado com teu filho, cuidado com tua filha. A mesma que fez um filme nua com uma criança de 12 anos. Ex-rainha, eu quero dizer para você que pedofilia é crime e não prescreve”, disse o apresentador em 23 de outubro.

Isto É Gente

TSE orienta eleitor que contraiu Covid-19 a partir de 3 de novembro a não ir votar

Eleitores e mesários que foram diagnosticados com o novo coronavírus a partir do dia 03 de novembro até o dia da eleição municipal não devem comparecer à votação, segundo orientação do Plano de Segurança Sanitária do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

O plano recomenda o distanciamento mínimo de um metro nas filas, que deve ser demarcado com o uso de fitas adesivas no chão. As medida tem o intuito de combater a propagação do vírus durante o pleito eleitoral, que será realizado no dia 15 de novembro.

VEJA TAMBÉM: Confira as medidas que devem ser respeitadas por causa da covid-19 no protocolo para dia de votação elaborado pelo TSE

A Justiça Eleitoral deverá Fornecer álcool em gel para as seções eleitorais em quantidade que permita que cada eleitor higienize as mãos antes e depois de votar e fiscalizar a obrigatoriedade do uso de máscaras nas seções eleitorais e nos locais de votação.

ELEIÇÕES 2020: saiba o que pode e o que não pode no dia da votação

Foto: Elza Fiúza/Agência Brasil

Neste domingo (15), 147,9 milhões de eleitores de todo o país, com exceção do Distrito Federal, vão às urnas no primeiro turno da eleição em que serão escolhidos os novos prefeitos, vice-prefeitos e vereadores de seus municípios. O segundo turno ocorre em municípios com mais de 200 mil eleitores quando nenhum dos candidatos a prefeito obtém, no primeiro turno, mais da metade dos votos válidos.

Mas você sabe o que pode e o que não pode no dia das eleições?

A Resolução no 23.610/2019 do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e a Lei nº 9.504/1997 esclarecem as regras.

Algumas condutas são, inclusive, consideradas crime eleitoral. São vedadas, por exemplo, todas as formas de propaganda no dia da votação.

O que pode

No dia da votação, é permitido o uso de bandeiras, broches, adesivos e camisetas com foto e número de candidato, desde que como manifestação individual e silenciosa da preferência.

O eleitor pode levar para a cabine de votação uma “cola” (lembrete) com os números dos candidatos escolhidos. A legislação também permite a manutenção da propaganda que tenha sido divulgada na internet antes do dia da eleição.

Ainda no dia da votação é permitido que, nos crachás dos fiscais partidários, constem o nome e a sigla do partido político ou da coligação a que sirvam, mas é proibida a padronização do vestuário.

O que não pode

Pela legislação eleitoral, no dia da votação, é proibido divulgar qualquer espécie de propaganda de partidos políticos ou de candidatos.

Também não são permitidas, até o término do horário de votação, aglomerações de pessoas portando vestuário padronizado ou instrumentos de propaganda; caracterização de manifestação coletiva e/ou ruidosa; além de abordagem, aliciamento, utilização de métodos de persuasão ou convencimento; e distribuição de camisetas. Tais manifestações são proibidas com ou sem uso de veículos:

Constam ainda da lista de proibições no dia da votação o uso de alto-falantes, amplificadores de som; a realização de comícios, carreatas e o uso de qualquer veículo com jingles; a arregimentação de eleitores ou a propaganda de boca de urna; o derrame de santinhos e outros impressos nas seções eleitorais ou nas vias próximas, ainda que realizado na véspera da eleição; e a publicação de novos conteúdos ou o impulsionamento de conteúdo na internet, podendo ser mantidos em funcionamento as aplicações e os conteúdos publicados anteriormente.

Mesários

Aos servidores da Justiça Eleitoral, aos mesários e aos escrutinadores, é vedado o uso de vestuário ou objeto que contenha qualquer propaganda de partido político, de coligação ou de candidato, no recinto das seções eleitorais e juntas apuradoras.

Denúncias

Denúncias de irregularidades e crimes eleitorais podem ser feitas pelo aplicativo Pardal, criado pela Justiça Eleitoral, ou encaminhadas diretamente ao Ministério Público.

Segundo a Justiça Eleitoral, no dia do pleito, os juízes eleitorais e os presidentes de seção exercem poder de polícia, podendo tomar as providências necessárias para cessar qualquer irregularidade e inibir práticas ilegais dos candidatos e dos eleitores.

Agência Brasil

Ex-repórter da Globo sofre atentado a tiros no litoral de São Paulo

Foto: Reprodução

Nesta quarta-feira, a ex-repórter da Rede Globo e candidata à prefeitura de São Vicente pelo PSDB, Solange Freitas, foi vítima de um atentado no litoral de São Paulo. Solange estava em um carro blindado com outros quatro assessores, quando um homem se aproximou de moto e disparou contra a janela do passageiro, onde a candidata estava sentada, ninguém ficou ferido. As informações são do Portal G1.

Segundo o Major Michael, a Polícia Militar está em busca do criminoso responsável pelos disparos, a imagem das câmeras de monitoramento devem ajudar na investigação. Além da ex-repórter, um produtor da campanha, uma assessora e o candidato a vice-prefeito, Gil do Conselho, estavam no carro e todos estão bem.

Essa não é a primeira vez que Solange sofreu um ataque. No dia 14 de outubro, o comitê eleitoral de Solange foi alvo de outro ataque criminoso, quando um grupo invadiu e incendiou o espaço. Em maio, ela se desligou da sua carreira na TV Tribuna, afiliada da emissora Globo, para se dedicar a carreira eleitoral.

O Dia – IG

Restaurantes e academias são os lugares com maior chance de transmissão da Covid, dizem cientistas de Standford

Funcionária de restaurante usa máscara e protetor facial devido ao surto de doença por coronavírus (COVID-19) em Moscou, Rússia, 8 de julho de 2020. — Foto: Maxim Shemetov/Reuters

Pesquisadores da Universidade de Stanford, na Califórnia, usaram dados de movimentação de pessoas em 10 cidades dos Estados Unidos e criaram um modelo que sugere os lugares onde há mais chances de alguém se infectar com o novo coronavírus (Sars-CoV-2) sem o uso de máscaras e com reabertura de funcionamento.

Os resultados da pesquisa foram publicados na revista científica “Nature”, uma das mais importantes do mundo, na terça-feira (10).

De acordo com os dados reunidos para a cidade de Chicago, a terceira mais populosa do país, a ordem dos lugares, de maior para menor risco, seria a seguinte:

Restaurantes de “serviço completo” (aqueles em que as pessoas sentam para comer e são servidas por alguém)

Academias

Cafés e bares

Hotéis e motéis

Restaurantes de “serviço limitado” (aqueles em que as pessoas podem levar a comida ou sentar, mas pagam antes)

Centros religiosos

Consultórios médicos

Mercados

Lojas de mercadorias usadas

Pet shops

Lojas de equipamentos esportivos

Outras lojas gerais

Lojas de brinquedos ou relacionadas a hobbies

Lojas de material de construção

Lojas de peças automotivas

Lojas de departamento

Postos de gasolina (nos Estados Unidos, o próprio motorista costuma abastecer seu carro)

Farmácias

Lojas de conveniência

Concessionárias

“Se você tiver que ir a esses lugares, vá fora dos períodos de pico, quando há menos pessoas”, recomendou o autor sênior do estudo, Jure Leskovec, de Stanford, em entrevista ao G1.

Os pesquisadores chegaram às conclusões usando um modelo que se baseou nos movimentos das pessoas rastreados por celulares de 1º de março a 2 de maio, época em que as pessoas tiveram a mobilidade restringida pelas medidas para conter a transmissão do coronavírus.

A partir daí, construíram o modelo considerando maiores ou menores graus de mobilidade, a partir de diferentes datas, para ver como a transmissão do vírus se comportaria.

Com os dados, eles mapearam o que chamaram de “pontos de interesse” – locais não residenciais que as pessoas visitam como restaurantes, mercados e centros religiosos.

Eles descobriram – como outros estudos já vinham apontando – que a maioria das infecções por Covid-19 ocorre em lugares “superespalhadores”. Na região metropolitana de Chicago, por exemplo, 10% dos pontos de interesse foram responsáveis por 85% das infecções previstas para todos os lugares investigados.

“Calculamos a densidade de visitantes em cada ponto de interesse – quantos visitantes existem por metro quadrado. Quanto menor o número, menor a chance de transmissão. Quanto mais tempo as pessoas permanecem no local, maior a chance de transmissão. Nosso modelo considera esses dois fatores”, explicou Leskovec.

Mas há um detalhe: os dados de mobilidade foram computados quando o uso de máscaras era menos prevalente. Por isso, o modelo não leva em conta o uso delas.

“No entanto, na 2ª onda, vemos que a mobilidade das pessoas aumentou, mas o número de infecções não aumentou tanto quanto deveria. Portanto, atribuímos o número de infecções inferior ao esperado ao uso de máscaras”, disse o pesquisador.

Diferenças socioeconômicas

Outro destaque do estudo é que ele sugeriu que, mesmo que frequentem os mesmos tipos de lugares, as pessoas com menor nível socioeconômico têm mais chances de se infectar do que aquelas que têm maior nível socioeconômico.

Isso porque, dizem os pesquisadores, os lugares frequentados pelas pessoas de menor renda tendem a ser mais cheios, e as pessoas tendem a ficar neles por mais tempo.

Uma visita ao mercado, por exemplo, foi considerada duas vezes mais perigosa para uma pessoa de baixa renda.

O mercado “médio” visitado por quem tinha menor nível socioeconômico tinha 59% mais visitantes por hora por metro quadrado, e seus visitantes ficavam 17% mais tempo em média, segundo os cientistas.

Além disso, as pessoas de menor renda também puderam restringir menos os movimentos do que as que tinham maior renda.

“Essas descobertas destacam como as diferenças refinadas nos padrões de mobilidade – com que frequência as pessoas saem e para quais pontos de interesse elas vão – podem, em última análise, contribuir para disparidades dramáticas nos resultados de infecção previstos”, ponderaram os cientistas no artigo.

Uma solução seriam estratégias de reabertura com ocupação máxima dos lugares reduzidas. Em Chicago, por exemplo, o modelo previu que limitar a no máximo 20% a ocupação dos lugares reduziu as novas infecções previstas em mais de 80%. Por outro lado, os negócios afetados perderiam, conforme o modelo, 42% das visitas gerais.

“A reabertura com ocupação reduzida faz um bom trabalho em lidar com a compensação, permitindo que você recupere a maioria das suas visitas sem incorrer em muitas infecções”, ponderou Leskovec.

“Nossos resultados sugerem que as disparidades de infecção não são a consequência inevitável de fatores que são difíceis de tratar em curto prazo, como diferenças em condições preexistentes; pelo contrário, as decisões políticas de curto prazo podem afetar substancialmente os resultados da infecção”, concluíram os cientistas.

G1

Dietas com cardápios mais flexíveis conquistam aqueles cansados de regimes radicais, difíceis de manter

BOM SENSO - Pratos equilibrados: um modo de tornar as regras saborosas – ./Shutterstock

A estatística transborda. Cinquenta milhões de adultos brasileiros seguem algum tipo de dieta. Nos próximos dois meses, metade terá desistido, inapelavelmente. Depois de mais quatro meses, somente 2% estarão seguindo as regras restritivas firmes e fortes. A principal causa do retumbante fracasso? Programas alimentares rigorosos demais — e a fome vence. Uma das explicações é lógica, atrelada aos mecanismos de defesa da espécie humana. Quando há redução drástica de calorias ou se exclui toda uma categoria de alimento, cai a produção de um composto no organismo essencial ao sucesso dos programas de emagrecimento: a serotonina, a substância do prazer. O novo balde de água fria nesses tipos de regime foi jogado recentemente com uma estocada no popular jejum intermitente, que prega ficar sem comer por horas a fio. Um estudo publicado na revista JAMA Internal Medicine mostrou que a médio prazo ele fracassa. Ao longo de três meses, a maioria dos participantes havia perdido cerca de 2 a 3,5 quilos — pouquíssimo a mais do que um grupo de controle. Foram avaliados esquemas de jejum de doze ou mais horas por dia. Uma das razões da falha apontada pelos especialistas é que os seguidores passavam a exagerar no consumo de alimentos ultracalóricos para aplacar o estômago vazio.

Resumo da ópera: o crivo científico e a dura travessia dos viciados em regimes radicais, como o da turma da intermitência, abriram espaço para dietas menos severas. Eis aí uma boa novidade. Duas delas, em especial, conquistam número cada vez maior de brasileiros (veja detalhes no quadro ao lado). A chamada “flexitariana”, como o nome sugere, é um aceno ao exagero do vegetarianismo. A base de alimentação proposta é com proteínas de origem vegetal, como soja, lentilha, feijão e nozes, mas com algum consumo animal, em um terço das refeições. Vale até o bom churrasco. Um segundo programa, o “volumétrico”, prega a redução de calorias das refeições, mantendo o volume de alimentos ingeridos. Desenvolvido pela Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos, valoriza ingredientes com fibras, caldos e frutas ricas em amido, como banana e manga, que proporcionam mais a sensação de saciedade, mas permite carboidratos, como macarrão e proteína animal.

As duas modalidades — a flexitariana e a volumétrica — despontam com louvor, agora em 2020, em um ranking da revista americana US News, organizado desde 2010. Nele só aparecem dietas fáceis de seguir e com boas respostas. No topo da lista, praticamente imbatível, está a dieta mediterrânea, um tanto esquecida no Brasil, composta de alimentos típicos das regiões banhadas pelo Mar Mediterrâneo, como o sul da Europa. Inclui peixes, queijos, azeite de oliva e até mesmo pão e vinho. Ela faz perder peso mais lentamente, mas é unanimidade no quesito de controle da saúde. Desde a década de 80, inúmeras pesquisas comprovaram seu impacto no organismo, como a capacidade de prevenção contra diabetes, colesterol ruim, câncer e perda de memória. “Só emagrece e se mantém magro quem não exclui nenhum grupo alimentar”, diz o médico Antonio Carlos do Nascimento, da Sociedade Brasileira de Metabologia e Endocrinologia. Não há, enfim, alimento melhor (e mais gostoso) do que o bom senso.

Publicado em VEJA de 11 de novembro de 2020, edição nº 2712

BIZARRO: Restauração mal feita deixa escultura com rosto desfigurado na Espanha

Foto: AP Photo/Alberto Calleja

Foto: Agencia ICAL

Uma restauração desastrada de uma escultura no norte da Espanha ressuscitou a lembrança de um afresco de Cristo “recuperado” há oito anos, em outra cidade espanhola, que também teve um resultado ridículo e atraiu turistas (leia mais ao fim da reportagem).

O mais recente incidente diz respeito a uma escultura em relevo no exterior de um edifício de escritórios ornamentado na cidade de Palencia. O que antes era o busto de uma mulher sorridente, agora se parece mais com a cabeça de um personagem de desenho animado.

A desfiguração foi revelada por um artista local que mora perto do prédio comercial e foi avisado por uma florista em sua rua. Antonio Capel postou fotos de antes e depois em seu perfil no Facebook, provocando uma onda de reação nas mídias sociais e chamando atenção da imprensa.

“Eu fiquei surpreso. Como eles podem ter feito isso?”, Capel disse à agência Associated Press na quarta-feira (11). “Deve ter pelo menos dez anos, e só estamos descobrindo agora.”

Ele disse que o prédio do século 20 pertence a um banco, mas os inquilinos decidiram consertar a fachada há alguns anos.

Agora, a mídia espanhola está exibindo imagens de pessoas parando para olhar para o prédio e tirar fotos.

Um porta-voz da Prefeitura de Palencia que se recusou a fornecer um nome não soube dizer quando a obra foi realizada ou por quem, mas disse que a restauração provavelmente seria investigada pelas autoridades regionais.G1

Pagamento do 13º pode colocar R$ 215 bilhões na economia, diz Dieese

Foto: Pixabay

O pagamento do 13º salário tem o potencial de injetar na economia brasileira cerca de R$ 215 bilhões até dezembro, segundo projeção divulgada nesta quarta-feira (11), pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos). A estimativa corresponde a 2,7% do PIB (Produto Interno Bruto), a soma de todas as riquezas produzidas no País.

A remuneração adicional deve beneficiar 80 milhões de brasileiros com, em média, R$ 2.458. O pagamento da gratificação é feito a profissionais que atuam no mercado formal e também aposentados e pensionistas do INSS.

Dos cerca de 80 milhões de brasileiros que devem ser beneficiados com o pagamento1do 13º salário, 48 milhões, ou 60% do total, são trabalhadores no mercado formal. Entre eles, os empregados domésticos com carteira de trabalho assinada somam 1,4 milhão (1,8%).

Os aposentados ou pensionistas da Previdência Social (INSS) receberam 30,8 milhões, ou 38,4% do total. Além desses, aproximadamente 1 milhão de pessoas (1,3%) são aposentados e beneficiários de pensão da União. Há ainda um grupo formado por aposentados e pensionistas dos estados e municípios (regimes próprios) que vai receber o 13º e que não pode ser quantificado.

Regiões

A parcela mais expressiva do 13º salário (48,5%) deve ser paga nos estados do Sudeste, o que reflete a maior capacidade econômica da região que concentra a maioria dos empregos formais, aposentados e pensionistas.

No Sul devem ser pagos 16,8% do montante, enquanto o Nordeste receberá 15,4%. Já as regiões Centro-Oeste e Norte receberão, respectivamente, 8,4% e 4,7%.

Somente a economia paulista deverá receber, até o final de 2020, a título de 13° salário, cerca de R$ 61,8 bilhões, quase 28,7% do total do Brasil e 59% da região Sudeste. Esse montante representa em torno de 2,4% do PIB estadual.

O número de pessoas que receberá o 13º no estado foi estimado em 21 milhões, equivalente a 26,2% do total que terá acesso ao benefício no país. Em relação à região Sudeste, corresponde a 55,6%.

R7

Busca no Google por motéis dispara durante a pandemia

Foto: iStock

Que nem todo mundo aderiu ao isolamento social durante a pandemia, não é novidade. Ainda assim, perceber que as buscas por motéis durante esse período tiveram uma alta alcançando volumes inéditos nos últimos cinco anos, surpreende.

O Google Trends é uma ferramenta gratuita que exibe o histórico de busca e aponta tendências. Quando pesquisamos por “motel aberto” os resultados mostram que o pico aconteceu em março deste ano.

Também é interessante notar que, comparando as buscas por motéis em São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Porto Alegre e Belo Horizonte, os paranaenses parecem os mais interessados no assunto.

Foto: Divulgação/ Google

Pra entender esses resultados, já que durante boa parte desse período os motéis estiveram fechados (pelo menos oficialmente), rodei uma pesquisa com 3.618 pessoas, em diversos estados, que responderam assim:

Desde o início da pandemia, você foi ao motel?

60% Sim

40% Não

Comparada com antes da pandemia, a frequência com que você vai no motel:

66% – Diminuiu

26% – Está igual

8% – Aumentou

Quais motivos te levam a frequentar motéis? 

48% – Mais privacidade (moro com outras pessoas)

45% – Para sair da rotina

32% – É mais divertido

19% – Mais segurança

8% – Outro

Além da pesquisa, o Bruno Domingues, que é gerente do Opium Motel em São Paulo, trouxe a sua percepção sobre o período:

“O movimento caiu muito, principalmente porque permanecemos vários meses fechados. Eu acompanhei o aumento pela busca por motéis, mas isso não se transformou em ocupação mesmo depois que fomos permitidos reabrir. Ainda estamos recuperando o movimento aos poucos.”

Ele explica que, nos primeiros meses de pandemia, teve parte da sua ocupação realizada por profissionais da saúde, já que nos seus arredores estão localizados grandes hospitais:

“O pessoal da saúde usou bastante pra descanso, mas muitos para as refeições mesmo, já que os restaurantes não abriram e todo mundo precisava se alimentar. A sorte é que a boa cozinha é um dos nossos diferenciais, temos um cardápio variado e cuidadoso. Hoje, mesmo depois da fase mais crítica, muita gente continua vindo como opção para comer bem.” Provavelmente em todos os sentidos (eu me segurei para não fazer a piada, mas foi difícil perder a oportunidade).

Por fim, ele explica que mesmo que os motéis não tivessem sido impedidos de abrir, o movimento sofreria uma queda:

“Uma boa parte da nossa clientela vem pra pular a cerca. Sem desculpa pra sair de casa, fosse pelo trabalho, academia, o futebol da semana, uma volta com as amigas, o pessoal não tem como justificar a ausência. Ainda está difícil fazer isso, por isso a recuperação do movimento ainda é lenta.”

Mas se a ocupação dos motéis caiu, por que será que as buscas no Google aumentaram? Uma hipótese é a junção do bom e velho tédio, saudosismo e planos para o futuro. Será que a saudade bateu forte de outras coisas também? Conta aí nos comentários, o que você tem buscado na internet só pra ver se ainda está lá?

Universa – via Mayumi Sato – Colunista do UOL